domingo, 27 de janeiro de 2008

Badminton: as chances do Brasil


Continuando a sequência de análises sobre as chances do Brasil em Pequim, encontramos o badminton, esporte muito praticafo no leste e sudeste asiáticos e cujas chances do Brasil são nulas.

A medalha nem está nos planos de Guilherme Pardo, o melhor jogador do país na modalidade. Ele ainda tenta obter a vaga para Pequim. Se conseguir esse feito, será o primeiro do esporte a representar a camisa verde-amarela em Jogos Olímpicos.

Essa estrada, entretanto, não é nada fácil. Para obter a classificação pelo ranking mundial, Guilherme disputará várias competições pela Europa neste primeiro semestre. Ele tentará boas apresentações para subir no ranking e assegurar seu espaço na China.

Segundo o site da Confederação Internacional dae Badminton, Pardo é o atual 147º do mundo. Vamos ficar na torcida para que esse brasileiro, que foi bronze nas duplas nos Jogos Pan-americanos de 2007, consiga o feito histórico de se classificar.

Enquanto isso, esperamos que o esporte ganhe em praticantes e estrutura. Lembro que conheci o badminton quando comecei a treiná-lo no colégio por volta de 1994.
O esporte surgiu como uma novidade e muitos alunos foram treinar. Organizamos até um ranking oficial dos alunos e campeonatos internos com boa participação.

Entretanto, o professor resolveu deixar de dar aulas no colégio para se dedicar a outras atividades. Assim, a equipe, que já contava com cerca de 40 jogadores, dissipou-se.

Esse exemplo é uma prova de que é possível deixar a modalidade maior por aqui. Precisamos apenas de mais profissionais acreditando que o badminton pode dar certo. Um brasileiro em uma Olimpíada ajudaria bastante também.

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