Legado. Essa palavra mais usada no esporte do que em qualquer outra coisa sempre é buscada por todos os países. Quando nasce um ídolo, é preciso aproveitar o legado dele para fazer a modalidade crescer de vez em certa nação. Pois bem, perdemos a esteira do Guga e algumas outras menos importantes.
Por que fui lembrar disso? Simples, porque nesta terça-feira um legado bem-aproveitado se transformou em recorde mundial. O revezamento 4x100m livre da Holanda marcou 3min33s62 no Europeu de Eindhoven e apagou dos livros de recorde os 3min35s22 da Alemanha.
Onde está o legado?
Ele está em 2000, quando Inge de Bruijn quebrou os recordes mundiais e foi campeã olímpica dos 50m livre, 100m livre e 100m borboleta. Ela ainda foi bi dos 50m em Atenas-2004.
A Holanda soube aproveitar e hoje tem quatro atletas tão ou mais rápidas do que Inge. Uma cultura de velocistas foi criada por lá e não por acaso hoje elas são favoritas ao ouro em Pequim-2008.

Um comentário:
Acho que vão cair muitos recordes nesta Olimpíada. E vão surgir muitas histórias de superação também. Estou lendo um livro muito legal que traz uma porrada dessas histórias. É o SONHOS MAIS QUE POSSÍVEIS. Alguém aqui já leu? Queria perguntar umas coisas.
Gilvan Amadeu Souza - Rio
Postar um comentário