
Depois de Renata Burgos e Rebeca Gusmão, a natação brasileira registra seu terceiro doping em um ano: Rogério Decat Karfulkenstein.
O peitista, terceiro colocado no 50m peito no Troféu Open de dezembro, testou positivo para estanozolol, um esteróide anabolizante sintético. O nadador assumiu a ingestão, não solicitou a contraprova e pediu sua retirada do esporte.
Vocês me perguntariam: mas quem é esse cara com nome de monstro? Qual é a representatividade dele? Rogério é um peitista conhecido no meio da natação. Nunca foi top nas águas brasileiras, mas frequentemente estava nas finais dos campeonatos brasileiros absolutos.
Mas o perigo não é esse. Uma nação pode ser excluída da natação nos Jogos Olímpicos caso tenha quatro atletas dopados em um só ano. Caracterizaria problemas para a CBDA. Tivemos três dopados em 2007. A situação é preocupante: três dopings mostram um fato alarmante que não deve ser visto apenas como descuido dos atletas.
Craig Lord, o jornalista mais respeitado do mundo quando o assunto é natação, classificou o caso de Rebeca como o escândalo do ano.
As piscinas brasileiras estão ficando turvas de tanta sujeira.

Um comentário:
Pode até ser, mas fizeram escândalo demais no caso desse atleta. Ele se retirou do esporte porque ia parar de nadar de qualquer jeito mesmo.
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