
O basquete brasileiro está vivendo uma fase peculiar. Enquanto a tendência de todos os esportes olímpicos é nivelar o nível feminino com o nível masculino no patamar internacional, a modalidade apresenta uma diferença histórica no nível das duas seleções nacionais.
As mulheres chegarão às Olimpíadas novamente lutando por uma medalha, enquanto os homens novamente correm o risco de ficar de fora dos Jogos.
Antigamente, o basquete masculino brasileiro era presença certa nas principais competições internacionais, muitas vezes brigando pelo pódio, enquanto as mulheres tinham um patamar inferior. Agora, as posições se inverteram.
Mulheres: Prata em Atlanta e bronze em Sydney, as meninas ficaram sem medalha nos Jogos de Atenas, mas chegaram à semifinal, mesmo resultado que obtiveram no último Mundial, disputado no Brasil.
Mesmo sem Janeth, a equipe está em constante renovação e tem novamente chances de medalha em Atenas, mas o time terá muitas dificuldades com as grandes potências mundiais, representadas por Austrália, EUA e os times europeus.
Chances de medalha: 20%
Chances de ouro: 0,05%
Masculino: A geração é boa, ninguém discute. Mas o Brasil agora tenta desesperadamente transformar essa safra em resultados. Nenê já está temporariamente fora em virtude da cirurgia de retirada de um tumor nos testículos. Leandrinho brilha na NBA, mas está difícil jogar bem na seleção. Ele quase sempre recebe uma marcação reforçada, o que não ocorre nos EUA.
A tentativa, na minha opinião válida, foi trazer um treinador de fora para disputa do difícil Pré-Olímpico Mundial, no meio do ano. O espanhol Moncho Monsalve tentará levar o Brasil para os Jogos após 12 anos.
Chances de medalha: 0,000001%
Chances de ouro: Nenhuma

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