
É de se orgulhar mesmo. Ver em três barcos diferentes Robert Scheidt, Lars Grael e Alan Adler, em uma seletiva nacional para uma única classe olímpica, é um feito e tanto. Três nomes fortíssimos da vela mundial, medalhistas olímpicos e campeões mundiais, brigando por uma vaga em apenas uma classe, a Star.
Tenho certeza de que a seletiva brasileira tem nível de Jogos Olímpicos e isso é um prazer para uma modalidade. Seria quase como o atletismo e a natação nos EUA ou a ginástica na Romênia.
Nessas seletivas, atletas de altíssimo nível ficam de fora dos Jogos. Esportistas que eventualmente poderiam até ser medalhistas nas Olimpíadas, mas são cortados nas seletivas de seus países.
Isso é o que acontece na seletiva da classe Star no Brasil. A vela é um exemplo que deve ser seguido. Um esporte no qual estamos no topo. Uma modalidade cara de se praticar, cara de se pagar, mas que mesmo assim é sucesso por aqui.
Na seletiva, até agora, Scheidt stá em primeiro, ao lado de Bruno Prada.

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