A seleção brasileira permanente de ginática artística será dissolvida após as Olimpíadas de Pequim devido à mudança de diretoria na Confederação Brasileira de Ginástica. Os clubes comemoram, mas fica a pergunta: será que vai ser positivo para o esporte no país?
Acho impossível dar essa resposta agora, mas lembremos de um fato: os resultados começaram a aparecer em peso quando a seleção foi reunida em Curitiba sob a direção de Oleg Ostapenko. Não que seja impossível as meninas darem certo treinando cada uma em um clube, mas acho que não era a hora de mudanças.
Quem pensa que a ginástica brasileira já se estabeleceu como modalidade de ponta se engana. Temos uma tradição muito recente e que ainda não gerou medalhas olímpicas. Tendo a pensar que, se um trabalho está surtindo efeito, ele deve continuar até mostrar que o modelo seguido não serve mais.
Até este momento, só vimos evolução da modalidade, então eu preferia ver a seleção unificada, com ou sem exposição para os clubes.
Mas na verdade só saberemos o rumo dessa história após Pequim, quando poderemos analisar os resultados das atletas sob orientação de clubes. Até lá, é torcida para dar tudo certo na China.

Um comentário:
"Esse é o país que vai pra frente !!!!!!!"
Postar um comentário